quarta-feira, 2 de setembro de 2009

UMA VIDA BREVE E DIGNA


UMA VIDA BREVE E DIGNA

“Somos criação de Deus realizada em Cristo Jesus para fazermos boas obras...”
Efésios 2:10

O casal Etterling ficou abalado quando o médico disse que seu filho nasceria com anencefalia e sobreviveria por poucas horas após o parto. Quando eles disseram que pretendiam prosseguir com a gestação assim mesmo, ficaram atordoados com a pergunta do médico: “Por que enfrentar gestação e parto a troco de nada?”.

Para eles, porém, a vida humana não poderia ser reduzida a esses termos. Aquela frágil criança era preciosa para eles por ser preciosa para Deus.

David sobreviveu por vinte e duas horas. Sua vida, mesmo curta, foi celebrada pela família. Amigos e parentes vieram para tomá-lo nos braços e tirar fotografias. Foi uma experiência enriquecedora para aquele médico, que viu cada momento da vida de David Etterling ser celebrado como um presente.

Com essa experiência, o casal Etterling também cresceu. Eles desenvolveram profunda compaixão por aqueles que enfrentam situação semelhante, e escreveram um livro para apoiá-los: “Fé Genuína e Teste de Amor”.

Nenhum ser humano pode explicar porque Deus deu a David uma vida tão curta. Apenas podemos ver que Deus foi capaz de usar aquela frágil criaturinha para seus propósitos. E ele certamente pode nos usar também.

Ore

Doador da vida, ensina-nos a valorizar o precioso presente que nos deste. Dá-nos força, sabedoria 
e coragem para compartilhar tua mensagem de vida com outros. 
Em nome 
de Jesus. Amém.

Pense

Toda vida humana é preciosa para Deus e merece ser celebrada.

fonte: cada dia

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Descanso!

Inútil vos será levantar de madrugada, repousar tarde, comer o pão que penosamente granjeastes; aos seus amados ele o dá enquanto dormem. Salmos 127.2




Obrigada Senhor!

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Ahh! É de graça

















Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim.” (João 14.6)

O preconceito que cerca os cristãos conservadores permite que por diversas vezes não enxerguem fatos de extrema importância. Por meio da Escritura pode-se ter base de que nada que proceda do homem pode trazer salvação, qualquer esforço por parte do ser humano é vão, pode-se sim afirmar; salvo pela graça mediante a fé pela justificação em Cristo Jesus e isso basta! De fato é o bastante. Agora pois, é mais que necessário, que todos os que sabem ser justificados pela graça saberem também ter o coração contrito, arrependido e livre de toda forma de mal. E isso exige certo exercício; e como o exercício de qualquer atividade seja ela profissional, familiar, física ou de qualquer natureza há que se antes ter um preparo psicológico, ninguém começa trabalhar sem estar preparado para a nova atividade e assim por diante.
Jesus diz que é O Caminho para salvação, caminho é estrada, trilha, algo que devemos seguir por ele e leva a algum lugar, e nesse caso é à Vida Eterna.
Sabe-se, porem, como já citado que não há NADA que o homem possa fazer para acordar da morte eterna que vivia antes de Cristo o resgatar dela, mas agora livre dela é dever não ficar interte a Nova Vida existe muito trabalho a ser feito, existe um caminho à trilhar, que exige do cidadão dos céus o mesmo esforço do cidadão terreno, como; trabalho forçado, conflitos, onde resultará em erros e acertos. Mas lembrando sempre que O Caminho à seguir é rumo a perfeição, para tanto, existe um clamor por parte do novo homem interior para esse esforço; descrito na palavra de Deus como santificação e geralmente fica-se preso na encruzilhada da santificação com a salvação pela graça, afinal é de graça mesmo!. Essa é a responsabilidade do homem na sua salvação, claro que não se deve usar isso como parâmetro para entender quando alguém é salvo ou não, mas como conseqüência daquilo que Jesus mesmo o diz: “pelo seus frutos os conhecereis”, o homem que não se santifica, não pode se considerar salvo. E se a santificação é exercício. logo penoso para o homem natural, mas que traz conseqüências eternas ao novo homem espiritual. Ser nova criatura nos conduz a uma vida de santidade e piedade nos despindo de todo e qualquer preconceito o homem deve fazer a sua parte para alcançar o seu galardão, do contrário ficará eternamente na encruzilhada do comodismo.

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Em Ruínas

As Ruínas de Jerusalém
Em Ruínas

“Temos procedido de todo corruptamente contra ti, não temos guardado os mandamentos, nem os estatutos, nem os juízos que ordenaste a Moisés teu servo. Lembra-te da palavra que ordenaste a Moisés teu servo, dizendo: Se transgredirdes, eu vos espalharei por entre os povos; mas se vos converterdes a mim e guardardes os meus mandamentos e os cumprirdes, então, ainda que os vossos rejeitados estejam pelas extremidades do céu, de lá os ajuntarei e os trarei para o lugar que tenho escolhido para ali fazer habitar o meu nome”. (Neemias 1: 7 – 9.

Neemias faz uma oração a Deus quando recebe a notícia de como a cidade de Jerusalém havia ficado destruída depois que o povo fora levado cativo para a Babilônia. O mais interessante dessa oração que é narrada no capítulo 1 do livro de Neemias é a forma que ele se expressa, “Temos procedido de todo corruptamente contra ti, não temos guardado os mandamentos, nem os estatutos, nem os juízos que ordenaste a Moisés teu servo”,ele sabia que todo o povo havia transgredido a Lei do Senhor e que por causa dessa transgressão é que estavam sofrendo.
Muitas vezes a vida prepara momentos difíceis, coisas dolorosas de se enfrentar, doenças, problemas financeiros, conjugais, entre outros..., alguns são conseqüências naturais da vida, como por exemplo doença e a morte; essas duas coisas fogem completamente ao controle, mas outros são conseqüências com causa, e na maioria das vezes por causa própria, e é isso que Neemias confessa em sua oração o povo não havia andado segundo os estatutos e os mandamentos de Deus, ou seja, fora da vontade de Deus. Muitas das coisas que acontecem na vida é conseqüência direta de andar fora da vontade de Deus, o povo de Israel pagou caro, foram escravizados e perderam TUDO, perderam até sua cidade. A maioria dos problemas são causados pelo próprio homem, pela negligência, falta de dedicação e da sua falta de abnegação de futilidades.
Para recuperar parte daquilo que fora perdido pelo pecado, para juntar os cacos e tentar reconstruir a vida, assim como Neemias faz com Jerusalém, é preciso reconhecer onde está o erro, pedir perdão, suplicar a Deus apoio, porque sem esse não será possível nem visualizar os estragos para tentar planejar a reconstrução da vida, mas adiante nos capítulos seguintes de Neemias veremos que ele tem de enfrentar muitas barreiras para reconstruir Jerusalém e isso só foi possível porque ele entendeu que precisavam de Deus.

Bia Oliveira
3/11/2008



quinta-feira, 28 de agosto de 2008

Aborto: Os dois pontos cruciais

A legislação sobre o assunto O artigo 128 do Código Penal brasileiro (que é de 1940) permite o aborto quando há risco de vida para a mãe, e quando a gravidez resulta de estupro. Porém, apenas sete hospitais nos pais faziam o aborto legal. Esse ano, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), da Câmara dos Deputados, aprovou a obrigatoriedade do SUS (Sistema Único de Saúde) realizar o aborto nos termos da lei. O projeto, porém, permite ao médico (não ao hospital) recusar-se a fazer o aborto, por razões de consciência – um reconhecimento de que o assunto é polêmico e que envolve mais que procedimentos médicos e mecânicos. Por exemplo, o ministro da Saúde, Carlos Albuquerque, disse ser contrário à lei e comparou aborto a um assassinato. Além disto, médicos podem ter uma resistência natural, pela própria formação deles (obrigação de lutar pela vida). "O juiz que autoriza o aborto é co-autor do crime. Isso fere o direito à vida", disse o desembargador José Geraldo Fonseca, do Tribunal de Justiça de São Paulo, em entrevista ao jornal Estado de São Paulo (22/09/97). Segundo ele, o artigo 128 do Código Penal não autoriza o aborto nesses casos, mas apenas não prevê pena para quem o pratica. No momento, existem projetos de ampliar a lei, garantindo o aborto também no caso de malformação do feto, com pouca possibilidade de vida após o parto. O ensino bíblico O assunto é particularmente agudo para os cristãos comprometidos com a Palavra de Deus. É verdade que não há um preceito legal na Bíblia proibindo diretamente o aborto, como "Não abortarás". Mas a razão é clara. Era tão inconcebível que uma mulher israelita desejasse um aborto que não havia necessidade de proibi-lo explicitamente na lei de Moisés. Crianças eram consideradas como um presente ou herança de Deus (Gn 33.5; Sl 113.9; 127.3). Era Deus quem abria a madre e permitia a gravidez (Gn 29.33; 30.22; 1 Sm. 1.19-20). Não ter filhos era considerado uma maldição, já que o nome de família do marido não poderia ser perpetuado (Dt 25.6; Rt 4.5). O aborto era algo tão contrário à mentalidade israelita que bastava um mandamento genérico, "Não matarás" (Êx 20.13). Mas os tempos mudaram. A sociedade ocidental moderna vê filhos como empecilho à concretização do sonho de realização pessoal do casal, da mulher em especial, de ter uma boa posição financeira, de aproveitar a vida, de ter lazer, e de trabalhar. A Igreja, entretanto, deve guiar-se pela Palavra de Deus, e não pela ética da sociedade onde está inserida. A humanidade do feto Há dois pontos cruciais em torno dos quais gira as questões éticas e morais relacionadas com o aborto provocado. O primeiro é quanto à humanidade do feto. Esse ponto tem a ver com a resposta à pergunta: quando é que, no processo de concepção, gestação e nascimento, o embrião se torna um ser humano, uma pessoa, adquirindo assim o direito à vida? Muitos que são a favor do aborto argumentam que o embrião (e depois o feto), só se torna um ser humano depois de determinado período de gestação, antes do qual abortar não seria assassinato. Por exemplo, o aborto é permitido na Inglaterra até 7 meses de gestação. Outros são mais radicais. Em 1973 a Suprema Corte dos Estados Unidos passou uma lei permitindo o aborto, argumentando que uma criança não nascida não é uma pessoa no sentido pleno do termo, e, portanto, não tem direito constitucional à vida, liberdade e propriedades. Entretanto, muitos biólogos, geneticistas e médicos concordam que a vida biológica inicia-se desde a concepção. As Escrituras confirmam este conceito ensinando que Deus considera sagrada vida de crianças não nascidas. Veja, por exemplo, Êx 4.11; 21.21-25; Jó 10.8-12; Sl 139.13-16; Jr. 1.5; Mt 1.18; e Lc 1.39-44. Apesar de algumas dessas passagens terem pontos de difícil interpretação, não é difícil de ver que a Bíblia ensina que o corpo, a vida e as faculdades morais do homem se originam simultaneamente na concepção. Os Pais da Igreja, que vieram logo após os apóstolos, reconheceram esta verdade, como aparece claramente nos escritos de Tertuliano, Jerônimo, Agostinho, Clemente de Alexandria e outros. No Império Romano pagão, o aborto era praticado livremente, mas os cristãos se posicionaram contra a prática. Em 314 o concílio de Ancira (moderna Ankara) decretou que deveriam ser excluídos da ceia do Senhor durante 10 anos todos os que procurassem provocar o aborto ou fizesse drogas para provocá-lo. Anteriormente, o sínodo de Elvira (305-306) havia excluído até a morte os que praticassem tais coisas. Assim, a evidência biológica e bíblica é que crianças não nascidas são seres humanos, são pessoas, e que matá-las é assassinato. A santidade da vida O segundo ponto tem a ver com a santidade da vida. Ainda que as crianças fossem reconhecidas como seres humanos, como pessoas, antes de nascer, ainda assim, suas vidas estariam ameaçadas pelo aborto. Vivemos em uma sociedade que perdeu o conceito da santidade da vida. O conceito bíblico de que o homem é uma criatura especial, feita à imagem de Deus, diferente de todas as demais formas de vida, e que possui uma alma imortal, tem sido substituído pelo conceito humanista do evolucionismo, que vê o homem simplesmente como uma espécie a mais, o Homo sapiens, sem nada que realmente o faça distinto das demais espécies. A vida humana perdeu seu valor. O direito para continuar existindo não é mais determinado pelo alto valor que se dava ao homem por ser feito à imagem de Deus, mas por fatores financeiros, sociológicos e de conveniência pessoal, geralmente, utilitarista e egoísta. Em São Paulo, por exemplo, um médico declarou "Faço aborto com o mesmo respeito com que faço uma cesárea. É um procedimento tão ético como uma cauterização". E perguntado se faria aborto em sua filha, respondeu: "Faria, se ela considerasse a gravidez inoportuna por algum motivo. Eu mesmo já fiz sete abortos de namoradas minhas que não podiam sustentar a gravidez" (A Folha de São Paulo, 29 de agosto de 1997). Conclusão Esses pontos devem ser encarados por todos os cristãos. Evidentemente, existem situações complexas e difíceis, como no caso da gravidez de risco e do estupro. Meu ponto é que as soluções sempre devem ser a favor da vida. C. Everett Koop, ex-cirurgião geral dos Estados Unidos, escreveu: "Nos meus 36 anos de cirurgia pediátrica, nunca vi um caso em que o aborto fosse a única saída para que a mãe sobrevivesse". Sua prática nestes casos raros era provocar o nascimento prematuro da criança e dar todas as condições para sua sobrevivência. Ao mesmo tempo, é preciso que a Igreja se compadeça e auxilie os cristãos que se vêem diante deste terrível dilema. Condenação não irá substituir orientação, apoio e acompanhamento. A dor, a revolta e o sofrimento de quem foi estuprada não se resolverá matando o ser humano concebido em seu ventre. Por outro lado, a Igreja não pode simplesmente abandonar à sua sorte as estupradas grávidas que resolvem ter a criança. É preciso apoio, acompanhamento e orientação.

Fonte: Site da IPB